Depois de uma viagem cansativa, Macapá – Brasília – Cidade do Panamá – Cancun,  decidimos ficar inicialmente em Playa del Carmen, menos agitada que Cancun. Essa escultura é uma espécie de símbolo da cidade, que dista cerca de cinquenta quilômetros do aeroporto internacional de Cancun.

Playa del Carmen

As praias são lindas, mas esta época estavam cheias de sargaços, o que atrapalha o banho de mar. Os hoteis retiram toneladas dessas algas das praias, mas é difícil vencer. O terminal de ferryboat para a Ilha de Cozumel, Isla Mujeres e para outras localidades da Riviera Maya é excelente.

A night em Playa de Carmen acontece ao longo da Quinta Avenida. Barzinhos, boates, e restaurantes temáticos são bem movimentados. Os Mariachi é que são um pouco chatos, tanto quanto os violeiros das praias do nordeste do Brasil.

A vantagem de estar em Playa del Carmen é a proximidade da Ilha de Cozumel, que foi por onde começou a ocupação espanhola do México. Em quarenta minutos de ferryboat você chega a uma ilha de praias maravilhosas e de edifícios tão altos quanto os de Cancun.

Um passeio de jeep ao longo da orla da metade da ilha (a outrar metade é propriedade privada), passando por belas praias, em especial a do antigo farol da ilha,  e uma visita a fabrica artesanal de tequila, onde você pode assistir a uma explicação completa, desde a maceração e fermentação do agave azul até às múltiplas destilações, necessárias para a produção dessa bebida que hoje é patrimônio cultural mexicano. Almoçamos após a experiência com os golfinhos, passeamos pelo centro e voltamos para Playa del Carmen.

Aborrecidos com a exploração dos operadores de pacotes de turismo, decidimos fazer a visita a Tulun e às ruínas maias por nossa conta. Fomos no ônibus ADO até o terminal no centro de Tulun, e lá procuramos um hostel só para passar a noite. Ficamos em um muito simpatico, chamado Chá-Chá-Chá. Em seguida, partimos para conhecer Tulun de Bike. Pena que as bicicletas eram de freio no pedal, o que atrapalha um pouco. Pedalamos cerca de vinte kilômetros em um sol escaldante, do centro até as ruínas maias, mas valeu a pena. O ingresso é barato, mas fica mais caro a partir das 17h.

Em Tolum ficamos em um hostel de mochileiros, muito barato, chamado Chá-Chá-Chá,e um restaurante próximo experimentamos uma comida típica chamada Memela. Não foi aprovada.

 Ruinas maias em Tulun

 Depois de passar dois dias em Tulun, voltamos para Playa del Carmen tiramos o dia para conhecer o um pouco mais do centro da cidade, fazer câmbio, supermercado, e, claro, para de vez em quando para tomar um liquado de plátano.

 o dia seguinte, de novo o ferryboat, agora para Isla Mujeres. O contorno da ilha em um carrito é um passeio imperdível. Só exigem carteira de motorista.  

A tirolesa pareceu meio arriscada. No horizonte se avista os prédios de Cancun.

 Centro de Playa del Carmen. A imagem de Santa Muerte está por todo o México. Mesmo na porta de uma farmácia. Observe a placa na porta da farmácia: os remédios são vendidos sem receita.

 Porto de Cozumel

 Isla Mujeres

 Farol em Cozumel

 Cichen Itza, uma das sete maravilhas do mundo moderno.

 Entrada Cenote. O cenote era uma espécie de portal do submundo, para os maias.

 Feirinha em Playa del Carmen

 Zona hoteleira de Playa del Carmen. No final da rua, o mar.

 Faca cerimonial maia feita de obsidiana

  Cenote Sagrado

 Boite Palace em Cancun

Cozinha do Hostel Natura em Cancun

Laguna de Cancun vista da sacada do hostel.

Pode não parecer, mas isso aqui é um praia de povão em Cancun. É próxima ao porto dos ferry-boat.

Portinho de ferry em Cancun

Praia em Isla Mujeres

Restaurante em Isla Mujeres

Experimentando um taco

Museu Maia. Um tigre de dentes de sabre.

Fazendo pose com naguilé em Cancun

Experimentando uma marguerita

Por fim, uma breve parada em Cidade do Panamá. Eu precisava ver como um navio supera o desnível que há entre o Pacífico e o Atlântico.

Panorâmica do canal

Canal do Panamá. Eclusa de Miraflores. De uber, do centro da Cidade do Panamá até essa eclusa, em dia de pouco trânsito, cerca de vinte minutos e seis dólares. Ingresso de vinte por pessoa. Trinta se quiser assistir um filme com a história da construção do canal.

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